De fato, nos empolgamos com o
sucesso e com o número de incentivadores do nosso projeto. Muitos deles, cansados
da nossa retórica, cobravam resultados. Achavam que isso tudo não passava de
mais um tumulto de Natália Real e Kayo Soares na busca por popularidade.
Mas, contrariando as
expectativas, abraçamos pra valer essa causa. Os resultados vieram na balança,
nos hábitos alimentares e nas práticas esportivas.
Falo agora por mim. Nunca
imaginei perder um quilo e meio em uma semana com um pequeno controle alimentar
e alta performance esportiva. Fiquei feliz porque foram poucas as restrições.
Aí vem a parte gorda dessa
história. Gordo que é gordo comemora suas vitórias e outros motivos de felicidade
com comida e bebida. (Quantas vezes eu e Marinalva não saímos do Vigilantes do Peso
em plena terça-feira e fomos comemorar o resultado no bar, com muito tira-gosto
e cervejinha?)
Desta vez não foi diferente.
Quinta-feira, em comemoração aos resultados alcançados, tomei vinhozinho com
tira-gostinho, fiquei com preguiça de academia e tals.
Sexta-feira, fui para um churrasquinho,
tomei uma cervejinha, oito cervejinhas e tudo acabou em pizza.
A consciência pesou. Sábado
acordei e, com medo de comprometer meu alto desempenho esportivo, fui correr. (Só
que a ideia de correr às 13hs de ressaca, ao ar seco e livre, já compromete
qualquer desempenho). O que vale é a intenção.
Aí fomos tomar caipirinha com patê
de atum com maionese light, na casa de Tia Valerinha.
Depois fui me socializar. (O
princípio básico de qualquer dieta bem sucedida é que, de forma alguma, ela
pode atrapalhar nossa sociabilidade. Deixar de ir a uma festa, a um bar, a um
restaurante por causa do regime é a chave para o fracasso).
Todavia, você não precisa beber
demais, pode tomar um copo de água a cada copo de cerveja, pode recursar alguns
petiscos. (Coisas que eu ainda não aprendi). E o principal: pode, de vez em
quando, não ser o último a ir embora. Logo, a esta altura da noite, um crepe de
carne de sol com catupiry caiu muuuito bem.
Domingo, seria o dia da retomada.
Fomos ao apê da Lu e do Wagner, levei um vinhozinho rosê e linguiça de frango
(rs), a Lu (magra que só) fatiou um palmito, mas Murphy bateu a porta com uma
lata de Pringles. Ao menos, parei de beber antes do jogo. (Ponto para o nosso programa).
Sofri sã. (O importante é que não
ganha nada, time sofredooor, e é por isso que eu canto assim pipipipi galôoo).
E segunda-feira começou uma nova
semana. Nova saga. Sempre de regime. Foi a primeira vez na vida que fui à
academia duas segundas-feiras consecutivas.
Terça também brilhou. Mas aí veio
uma lesão. Porque o joelho dos gordos sofre.
Quarta-feira de repouso e de
jogo. Quase brilhei, se não fosse a costelinha que minha mãe inventou de
fazer...
Quinta-feira também bombei. Corri
5km, mas sem esta história de alta performance, porque isso é para os magros...
Devagar e sempre... mais tarde
tem pesagem.
Berjos!